Escolhi essa música para começar a série de posts de partituras por alguns motivos.
Primeiro: É uma belíssima composição, bem construída, inspirada e suingada. A música é boa de tocar e de improvisar também.
Segundo: A gravação do Paulo Moura no disco “Gafieira, Etc, e tal…” é antológica, uma grande referência do saxofone brasileiro, de como se toca uma gafieira.
Terceiro: É uma das minhas preferidas de tocar, e, pelo que eu noto de resposta do público, é uma das preferidas de ouvir e dançar também.
Quarto: O nome é muito sugestivo, achei propício pra começar com essa.
Sugestão: no tenor (Bb), eu toco essa música na oitava de cima, tem um F# agudo, que não é dos mais confortáveis, mas nada impossível também e a música fica mais brilhante, mais a cara dela mesma. No soprano eu uso a de baixo mesmo, como tá na part.
Aproveitem!


