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PARTITURA – NUMA SERESTA (Luiz Americano)

numa_seresta_C

numa_seresta_Bb

numa_seresta_Eb

Outra do Luiz Americano que eu toquei com o Izaías no projeto “Uma História do Choro”. Esse choro é bem legal, bom de tocar, balançado. A escrita está super dura, bem próximo da gravação original. Hoje em dia não dá pra tocar assim mais. O lado bom disso é que quem pegar esse part vai ser “convidado” a trabalhar uma interpertação própria, que é o que realmente interessa! Esse é clássico.

Pra quem toca instrumento em Eb, vai o avisa: o tom é B! Não é um tom agradável e não tá numa região muito boa também. Saxofonisticamente, eu sugiro, pra quem não quiser se aventurar nesse mar de sustenidos, usar a part em Bb. Parece que não, mas um sustenido a menos já faz diferença, e a região nesse tom fica melhor.

Aproveitem!

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PARTITURA – AO LUAR (Luiz Americano)

ao_luar_C

ao_luar_Bb

ao_luar_Eb

Em Abril desse ano fui convidado pelo Izaías a participar do projeto “Uma História do Choro”. Cada músico escolhia um compositor, eu escolhi o Luiz Americano. Pesquisando no site do Instituto Moreira Sales encontrei essa valsa, uma belíssima composição. Algumas coisas me chamaram a atenção:

Primeiro: a estrutura, começando com um improviso (ou talvez seja uma cadência…), depois uma intro (ou primeira parte…), já com o acompanhamento, que não aparece novamente e mais duas partes, sendo a segunda bem interessante.

Segundo: a melodia é belíssima e simples, bem diferente das outras valsas do Luiz Americano e de outras composições da época. O caminho melódico e harmônico sugerem uma coisa meio “rural” e a instrumentação, com o acompanhamento do banjo, dá um ar meu Mississipi…

Enfim, bem interessante essa música, muito bonita. E, pra falar a verdade, essa e “Rosa” são as duas únicas valsas/choro que eu toco.

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PARTITURAS – ALMA BRASILEIRA (Zeca Freitas)

alma_brasileira_C

alma_brasileira_Bb

alma_brasileira_Eb

Escolhi essa música para começar a série de posts de partituras por alguns motivos.

Primeiro: É uma belíssima composição, bem construída, inspirada e suingada. A música é boa de tocar e de improvisar também.

Segundo: A gravação do Paulo Moura no disco “Gafieira, Etc, e tal…” é antológica, uma grande referência do saxofone brasileiro, de como se toca uma gafieira.

Terceiro: É uma das minhas preferidas de tocar, e, pelo que eu noto de resposta do público, é uma das preferidas de ouvir e dançar também.

Quarto: O nome é muito sugestivo, achei propício pra começar com essa.

Sugestão: no tenor (Bb), eu toco essa música na oitava de cima, tem um F# agudo, que não é dos mais confortáveis, mas nada impossível também e a música fica mais brilhante, mais a cara dela mesma. No soprano eu uso a de baixo mesmo, como tá na part.

Aproveitem!

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